Na
perspectiva da Carl Gustav Jung, a natureza frequentemente toca conteúdos
profundos do inconsciente, despertando sensações de paz, mistério e
contemplação. Talvez porque ela nos coloque diante de algo maior do que o
próprio ego: o tempo, o silêncio, a existência e aquilo que ainda desconhecemos
dentro de nós mesmos.
Há
paisagens que parecem conversar com a alma, e, as vezes o que chamamos de paz é
apenas o instante que o mundo externo silencia o suficiente para conseguirmos
ouvir a nós mesmos.

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